
O mundo cão, devastado por insanos, conhece bem a rotina cruel de corações ruins que abandonam cães e gatos nas ruas. Agora, em São Luis, de dia, com sol forte, a televisão mostrou imagens criminosas, fortes e desumanas.
Um carro parou na rua e um monstro fantasiado de homem, saiu do veículo carregando um idoso, visivelmente doente e alquebrado, colocou ele no chão da calçada, voltou para o carro e foi embora. Como se o idoso fosse um lixo, um traste.
Moradores ajudaram o idoso ate a ambulância chegar
Qual será a punição que a capenga justiça brasileira dará a este patife desequilibrado? Homens de bem, chefes de família, estão cansados e assustados da atual quadra de insanidades, violência, feminicídios, sequestros, pedofilia e intolerância que tomou conta do cotidiano dos brasileiros.
A avassaladora impunidade só vai diminuir com leis mais severas para bandidos e criminosos. Passou da hora do Brasil adotar prisão perpétua ou pena de morte.
ABSURDO – O Brasil e o governo Lula continuam paralisados e humilhados pelas ações nada republicanas do deputado fujão e canalha, Eduardo Bolsonaro. Autoridades batem cabeça, não avançam um centímetro contra o tarifaço chantagista de Donald Trump de 50%.
A mesa diretora da Câmara Federal, por sua vez, também não sabe como punir, com rigor, o parlamentar do PL paulista. O calhorda licenciado permanece agindo nos Estados Unidos contra a democracia brasileira. O farsante ainda tem o descaramento de tripudiar o bom senso, divulgando notas. E o pior, todas amplamente publicadas pela imprensa brasileira e internacional. É o fim da picada.
REFÉNS DO CRÁPULA – A economia brasileira e empresários ajoelhados, reféns do crápula filho do ex-presidente. O cretino pai dele também segue fantasiado de vítima. Preso em casa, no bem bom, beneficiado com um kit de bondades do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
E o mais grave e estarrecedor é a encantamento de parlamentares baderneiros e valentões de barro pela figura patética e melancólica do inspirador do golpe contra as instituições. No meio da lama política, foram oportunas, saudáveis e merecidas as palavras, em São Paulo, do ministro Alexandre de Moraes, enfatizando a importância da Constituição brasileira em defesa da democracia e consagrada para defender os cidadãos.
Nas entrelinhas, Moraes quis acentuar que suas ações duras e consideradas injustas por alguns, são fundamentadas nos rigores da Constituição. Aguardam-se novos acordes da sinfonia dos parvos e irresponsáveis engomados bolsonaristas.
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