quinta-feira, 31 de agosto de 2023
Quando a idade nos alcança
Viver na Terra é um grande desafio, e toda mudança que nos ocorre na vida, necessita adaptação.
Nada se compara ao embate de assistirmos ao drama de alguns dos nossos amores envelhecendo.
Justamente aquelas pessoas que nos viram nascer, crescer, que nos ensinaram tanto.
Certo dia, eles nos surpreendem dependentes de auxílio para tudo.
Apresentam dificuldades para levar o alimento à boca. O passo se faz difícil, indeciso.
Enfim, necessitam de auxílio para quase tudo.
E o que é mais desafiador é esse idoso querido aceitar a sua realidade. Aceitar que necessita de apoio, de auxílio.
Que já não pode ficar totalmente só.
Ontem, ele comandava a própria vida. Decidia a hora de se levantar, deitar.
Podia sair a passeio, com amigos ou sozinho. Dirigia-se ao templo religioso, ao clube, ao parque.
Agora, todos os seus passos são monitorados. E ele já não pode ir aonde queira, à hora que deseje.
Nada de conversar com os amigos na rua principal da cidade, nem levar o cãozinho a passeio no parque.
Agora, todas as regras lhe são ditadas. A comida não é a que deseja, mas a que lhe é prescrita.
Precisa despertar quando desejaria dormir. Precisa dormir quando desejaria ficar acordado um tanto mais.
Um verdadeiro drama.
Nesse momento, as manobras carinhosas precisam de adaptações que favoreçam um saudável relacionamento conosco, os que os devamos assistir.
Necessário montar estratégias específicas para enfrentar ou contornar situações.
Colocar-se no lugar do idoso, para melhor compreendê-lo. Pensarmos se nós, na sua situação, não estaríamos, talvez, reagindo de forma negativa.
Ou nos permitindo o envolvimento pela tristeza, ante tantas dificuldades que se apresentam, acrescidas pelo registro das tantas vidas ausentes da nossa própria existência.
Ter em mente, no trato com esses que avançaram nos anos, que suas almas continuam ativas e voluntariosas, embora a máquina física esteja falhando em alguns pontos.
Saber aproveitar dessa sabedoria dos anos vividos é salutar, para nós e para eles.
Perguntar-lhes a respeito de ocorrências passadas, da história do país, do mundo que eles viveram, os estimulará a recordar.
E lhes dirá que continuam sendo importantes para nós, para nossos filhos, para as gerações que estão chegando. Afinal, eles são a história viva.
Diga-se, história muito mais expressiva, por vezes, do que a que lemos nos livros. Porque os relatos deles têm emoção, tem impacto.
Honremos nossos idosos, sejam pais, parentes próximos ou simplesmente, aqueles com quem convivemos, no círculo do companheirismo e da amizade.
Se a morte não nos abraçar antes, chegaremos lá. E, com certeza, desejaremos ser aceitos, compreendidos, respeitados, amados, atendidos em nossas necessidades.
Afinal, muito mais importante do que sermos colocados para tomar o sol da manhã, será desfrutarmos, todos os dias, dos raios benéficos da afeição.
Por fim, tenhamos em mente que nossos filhos nos observam e aprenderão conosco como devem ser tratados os que acumularam rugas no esforço pelo bem da família, pelo progresso do país.
Afinal, se Deus nos permitir, um dia chegaremos lá. E somente o Pai sabe se estaremos hígidos, lúcidos ou se necessitaremos, intensamente, dos cuidados alheios.
Momento Espírita.
Postado por Ronaldo Braga
quarta-feira, 30 de agosto de 2023
Quando a dor chega
Quando a dor chega, ninguém permanece indiferente, não importando suas causas.
Por vezes, chega através da doença física, minando a saúde antes inabalável.
De outras, é a dor da separação do ente amado, que segue para o mundo espiritual pelos braços da morte física.
E, também, pode se apresentar na feição de reveses morais, que atormentam muito mais a alma do que o corpo.
De toda forma, não importando por quais caminhos ela nos visite, sempre é presença contundente, alterando-nos as paisagens emocionais.
Alguns, ao enfrentá-la, o fazemos com galhardia, coragem, otimismo, entendendo o processo como passageiro, aguardando que dias tranquilos logo mais retornem.
Pautados na resignação que a fé oportuniza, mesmo que não entendamos as causas mais profundas da dor que nos atormenta, conseguimos compreender que esses dias difíceis são momentâneos, porque tudo é passageiro, nesta vida.
Contudo, outros, visitados pela dor, a encaramos como castigo, punição por algo que não conseguimos avaliar ou porque acreditamos se tratar de capricho da Divindade.
Então, sob o espectro da dor, reagimos com revolta, posicionando-nos como injustiçados, não merecedores de tal sina.
Há também os que interpretamos os processos de dor apenas como algo fortuito, obra do acaso, de algum azar hereditário ou de posturas inadequadas que tenhamos assumido em dias recentes.
De toda forma, a dor sempre será instrumento para nosso aprendizado.
Ela sempre traz consigo seu caráter pedagógico, em um convite ao cultivo das virtudes que ainda não nos dispusemos a acionar.
Trazemos todos um histórico de experiências difíceis, portadoras de inúmeras complicações emocionais ao longo da nossa trajetória de Espíritos imortais.
Desse rol de experiências, fruto do uso tantas vezes inadequado de nosso livre-arbítrio, trazemos, a cada nova existência física, necessidades inúmeras de aprendizado.
Como não nos dispomos ou não desenvolvemos maturidade e entendimento adequados sobre as finalidades da existência física, as dores nos chegam, propondo reflexões.
Quando isso ocorre pode ser convite para uma pausa, a fim de que promovamos um balanço das próprias ações.
Não há castigo Divino, nem existe acaso. Tudo tem sua razão de ser.
Há uma programação da Providência Divina para que tudo aconteça a seu tempo, da melhor maneira para o nosso avanço moral.
Se hoje a dor nos visita, perguntemo-nos o que podemos ou temos que aprender neste momento.
A dor é, sempre, uma bênção que Deus nos envia, permitindo-nos o ensejo de nos libertarmos dos equívocos ou alcançarmos o progresso, a fim de alçar voo rumo às virtudes que ainda dormem latentes na intimidade de nosso coração.
Disponhamo-nos a suportar a dor com heroísmo, a ouvir-lhe os aconselhamentos e as ponderações.
Aprendamos com ela. Não desperdicemos a chance que nos é ofertada.
Pensemos nisso.
Momento Espírita.
Em 5.10.2016
Postado por Ronaldo Braga
terça-feira, 29 de agosto de 2023
Tola inveja
A inveja é um sentimento inferior que se traduz pelo desejo da pessoa ser o que o outro é, ou possuir o que o outro detém.
É comum se invejarem as pessoas ricas, famosas, as que têm poder. Invejam-se reis, artistas, empresários de sucesso.
O que não se analisa, nem se cogita é que a riqueza, a fama e postos de comando têm um preço.
Vendo as personagens que invejamos desfilarem nas páginas das revistas ricamente ilustradas, ou nas imagens televisivas, constatamos somente a parte boa, positiva.
As pessoas famosas, entretanto, não conseguem ter vida particular e nem realizar coisas simples, que desejariam.
Para saírem à rua, necessitam de esquemas de segurança, disfarces, horários próprios, uma série de cuidados.
Vivem em mansões ou palácios, mas não têm o direito de andar pelas ruas, olhando vitrines, descontraídos.
Não podem sentar num banco de jardim público, comer pipocas e ficar olhando o ir e vir das pessoas, numa tarde de sol morno.
Viajam em jatos particulares, têm uma agenda disputada, compromissos infindáveis e não conseguem um minuto de paz.
Onde quer que estejam, fotógrafos, repórteres se encontram à espreita para fotografar, criticar, mostrar ao público.
Frequentam lugares sofisticados e caros, onde se sentem sempre como se estivessem em uma vitrine, observados por todos.
Quando não, perseguidos por uma legião de fãs que tudo querem ver, saber, conhecer, disputar.
Se adoecem, não têm direito à privacidade. Detalhes dos exames realizados, do diagnóstico, tudo é do interesse do público.
Dramas familiares, que desejariam ficassem guardados entre as paredes do lar, logo se tornam de domínio público.
Já pensamos como se sentiram aqueles que, porventura, tiveram apresentados a público a filha que se envolveu com drogas, ou o filho que se prostituiu?
Nos momentos de luto e dor, nem podem expressar toda a sua verdadeira dor, porque as câmeras de TV os estão focalizando, os microfones estão a postos para tudo registrar, captar.
Talvez prezassem ficar em silêncio e a sós, velando o corpo do afeto que partiu. Contudo, não lhes é permitido. Eles não se pertencem. A sua vida é do interesse da sociedade. Todos querem ver, falar, opinar, tocar.
Antes de invejarmos a vida do outro, o cargo, o poder, a riqueza, pensemos se teríamos condições de suportar e pagar o preço que é exigido.
Porque a fama, a riqueza, o poder não são meras circunstâncias na vida. São provações ou expiações para o Espírito reencarnado. Tanto quanto o anonimato, a pobreza, a subalternidade.
Todas são etapas de crescimento e de progresso e cada um, onde esteja, delas se deve utilizar com sabedoria, extraindo toda a experiência que oferecem.
* * *
Cada um de nós está colocado no lugar exato. Ninguém que esteja recebendo o que não merece.
Enquanto nos colocamos na posição de invejosos, sonhando e desejando ardentemente o que os outros usufruem, nos esquecemos de valorizar o que possuímos e o que somos.
Esquecemo-nos das bênçãos da família que nos sustenta afetivamente, do emprego que nos permite aprendizado e nos garante o salário da honra.
Esquecemos do amor de Deus que, todos os dias, posiciona o sol, dispõe a chuva, alimenta os campos e reproduz os grãos.
Amor divino que se estende para todos, ricos e pobres, famosos e anônimos, poderosos ou subalternos.
Redação do Momento Espírita, com base em conferência de Raul Teixeira, em 22.8.1999, no IV Simpósio Paranaense de Espiritismo, em Curitiba, Paraná.
Postado por Ronaldo Braga
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
O zelador da fonte
Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.
O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.
Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.
Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.
Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.
Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.
Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.
De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.
E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.
Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.
Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.
Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.
Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.
Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.
O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.
Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.
O conselho municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.
Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.
Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.
Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.
* * *
Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.
Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.
Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.
Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.
Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.
O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.
Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.
Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R. Swindoll, do livro
Histórias para o coração, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 31.7.2019.
Postado por Ronaldo Braga
domingo, 27 de agosto de 2023
Quando a morte chega
"Dedico ao meu primo - amigo Dr: Suarez Braga Cavalcante e seus familiares, essa homenagem em virtude do desencarne de sua genitora, Socorro do Juarez como era carinhosamente conhecida "
Quando a morte chega, com sua face negra e leva consigo um dos nossos amores, o coração se parte.
É tão grande a dor que parece que o ar nos falta, que o mundo perdeu para sempre o colorido. E nada há, ao nosso redor, que nos interesse.
Que importam nossas posses, compromissos, honrarias? Que importa a festa programada com tanto zelo e antecedência?
Nosso mais precioso tesouro foi arrebatado. Não mais ouviremos sua voz, nem a cristalina cascata do seu riso.
Em vão nossos braços tentarão abraçar-lhe a silhueta, que se foi para os campos da Espiritualidade.
No entanto, a dor que parece destroçar-nos o ser, não nos mata. Prosseguimos vivendo.
A madrugada rompe as trevas e o sol se apresenta, com seu carro de ouro, cavalgando a luminosidade extraordinária do dia.
Os pássaros cantam nas ramadas. O joão-de-barro anda pelo jardim, à cata de alimento e material para sua casa, no alto da árvore.
O vento passa sibilante, arrancando as folhas do arvoredo e atapetando o chão com flores coloridas, colhidas dos galhos generosos.
Tudo continua. As pessoas vão ao trabalho, enfrentam o trânsito, comparecem aos bancos escolares, discutem, vivem.
Mas, aquele pai, de pouco mais de cinquenta anos, desesperou-se quando a filha Anna Laura morreu em um acidente.
Tudo foi tão rápido, tão brusco, tão inesperado. Quem, afinal, em sã consciência, cogita, algum dia, que sua filha poderá lhe ser arrebatada dos braços em um infeliz acidente?
Contudo, ele e a esposa optaram por homenagear a filha querida, perpetuando-lhe a memória no tempo, para si e para muitas outras pessoas.
Tiveram a ideia e criaram parques para crianças com mobilidade reduzida e/ou alterações sensoriais e intelectuais.
O processo de lidar com a perda se tornou menos difícil a partir desse momento.
Se a dor diminuiu? Sim, diz o pai. A sensação de ajudar ao próximo é de prazer e isso acaba diminuindo a dor e ajudando na superação do acontecimento, proporcionando conforto e vontade de viver.
Ele compara a morte da filha a uma batalha perdida. Mas a vida continua, complementa Cláudia, a mãe.
Assim, Anna Laura vive nas homenagens que beneficiam a muitas crianças e seus pais.
* * *
Quando saímos de nós mesmos e nos interessamos pelo próximo, atraímos para nós atenções espirituais, que nos sustentam ante dores profundas.
O amor de Deus, que se multiplica no mundo, graças às nossas mãos, nos beneficia, em primeiro lugar, porque o bem faz bem, primeiramente, a quem o pratica.
Exatamente como quando, em plena escuridão, se acende um fósforo ou um lampião, somos os primeiros a recebermos a luz, a nos iluminarmos.
E, para quem partiu, ter sua lembrança associada a benefícios a terceiros, traz igualmente recompensa. Toda vez que alguém, agradecido, ergue sua alma em prece, pelo bem recebido, alcança aquele que indiretamente se tornou o agente disso tudo.
É uma doce forma de perpetuar a memória de quem se ama.
E, sim, há muitas formas de se superar a própria dor. Amar o próximo e importar-se com ele, dedicar-se a quem tem carências de qualquer ordem, é, com certeza, uma das mais belas formas de superação.
Redação do Momento Espírita, com base no artigo Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015. E
Postado por Ronaldo Braga
sábado, 26 de agosto de 2023
Tá russo pra todo mundo
A democracia está em risco em todos os países do planeta (e da Casseta também!). Menos na Rússia, é claro, onde ela nunca existiu. Agamenon Mendes Pedreira para a revista Crusoé:
Cuide do seu pensamento
O organismo é excelente máquina constituída por equipamentos delicados, que são comandados pelo Espírito através do cérebro.
É igualmente laboratório de gigantescas possibilidades, sempre suscetível de autodesarranjar-se ou autorecompor-se conforme as vibrações emitidas pela mente.
Quando o indivíduo tem a propensão para o pessimismo, o ressentimento, o desamor, cargas nocivas são elaboradas e atiradas nos mecanismos encarregados de preservar-lhe a organização física, produzindo-lhe inúmeros males.
Igualmente, as disposições otimistas e afetuosas produzem energias refazentes, que recuperam os desarranjos momentâneos dos complexos órgãos que constituem o corpohumano.
A mente dispara o gatilho e o seu conteúdo vibratório, quando negativo, com emoções de ressentimento ou de raiva, de inveja, de ciúme ou anseio de vingança, desarmonizará o sistema imunológico, eliminando as substâncias que lhe são próprias, permitindo a instalação de doenças.
* * *
O estado natural de nosso corpo é o de equilíbrio, o de saúde.
É o Espírito, com sua invigilância e descaso, que o torna doente.
A alma adoecida, fragiliza e faz adoecer a vestimenta carnal.
Toda doença é sinal de que algo não está bem no paciente, que deve procurar o desencadeador moral da problemática. É um sinal, um aviso claro.
De nada adianta nos encharcarmos de medicamentos sem procurar solucionar a causa real de cada desequilíbrio físico.
Desde as seguidas dores de cabeça, os problemas gastrointestinais recorrentes, passando pelos problemas de pressão sanguínea, até as doenças cardíacas, cânceres, todos têm sua causa, inicialmente, na esfera do nosso pensamento.
Não somos simples vítimas indefesas das enfermidades que nos alcançam.
E será somente através da mudança de postura mental que poderemos estabelecer o processo da autocura, isto é, o refazimento do equilíbrio moral, que naturalmente causará o reequilíbrio físico.
Não se trata de um processo imediato, em muitos casos. Dependendo da profundidade da questão, do caráter da lesão que criamos, será necessário um bom tempo, uma vida toda, às vezes mais.
Não acreditemos que anos e anos de raiva contínua, de comportamento amargo, de ideias depravadas ou pessimistas, poderão ser resolvidos com uma boa dose de drogas e breves meses de terapia especializada.
O corpo é máquina delicada, sensível, e para reajustar o que desajustamos precisamos de uma mudança profunda e permanente.
Essa mudança passa pela renovação mental completa, pela adoção dos pensamentos gentis e nobres para com todos, buscando alegria em seu próprio viver e levando essa alegria a quem quer que seja que passe por nós.
* * *
Renovação, substituição são palavras chave.
Renovação de atitudes, de postura; substituição dos pensamentos nocivos pelos pensamentos edificantes, de concórdia e compreensão.
Pensemos nisso. Pensemos melhor e cuidemos do nosso pensar.
Nosso pensamento é força poderosa que aguarda direcionamento.
Cuidemos do nosso pensamento e não nos permitamos as tantas doenças que infelicitam o corpo físico.
Redação do Momento Espírita, com base em texto da revista Reformador, setembro de 1995, ed. FEB e no cap. 4, do livro Seja feliz hoje, ed. LEAL, ambas do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco.
postado por Ronaldo Braga
sexta-feira, 25 de agosto de 2023
Desmontando outra vez o mito do socialismo sueco
Em artigo publicado pelo Instituto Cato, Johan Norberg afirma que a Suéci é um dos melhores exemplos dos benefícios do livro mercado e dos perigos do socialismo:
China mostra a Lula quem manda no Brics
O Brasil vendeu fiado aos asiáticos ao aceitar entrada de países no bloco em troca de apoio para ter assento no Conselho de Segurança da ONU. William Waack:
Parabéns pelos dois meses, traidor.
Durante uma noite e um dia, Prigozhin encabeçou um motim. A população saiu à rua, saudou. Foi neste espelho de impopularidade que Putin se viu. Para alguns o dano do espelho é incomportável. Eugénia de Vasconcellos para o Observador:
Desaparecidos!
Percival Puggina
Uma das minhas irmãs chamou-me a atenção para o problema do desaparecimento de pessoas no mundo e, em especial, no Brasil. Considerei fantasiosos os dados mencionados por ela, achei que seria uma empreitada difícil buscá-los, mas as informações, quando as procurei, saltavam das páginas de busca. Cerca de 1,2 milhão de pessoas desaparece por ano no mundo, sendo mais ou menos 80 mil no Brasil! Os dados são aproximados porque estima-se uma elevada subnotificação.
Um terço dos casos correspondem a crianças e adolescentes com idades entre 0 e 17 anos, dos quais 15% a 20% não são encontrados. A parte mais perturbadora dessas histórias vem com a informação de que os desaparecimentos se devem a causas que incluem adoção ilegal, prostituição infantil, sequestro para venda de órgãos e, claro, tráfico de pessoas como atividade criminosa a serviço dessas demandas em outros segmentos da mais hedionda bandidagem. Não se desconsidere, também, conflitos familiares e uso de substâncias ilícitas.
Alguns avanços ocorreram na direção de uma política nacional de busca de pessoas desaparecidas, que inclui um cadastro nacional ainda não em operação. Outros, com resultados positivos, foram no sentido da orientação da sociedade sobre como agir nesses casos, incluindo a importância da imediata notificação da autoridade policial e, destas, aos órgãos nacionais. Em São Paulo foi criada, em 1995, a ONG Mães da Sé (12 mil mães já passaram pela organização). Seu trabalho de divulgação inclui um aplicativo de reconhecimento facial que ajuda a identificar se alguém submetido à busca pelo aplicativo pode ser uma pessoa desaparecida.
Certamente muitos leitores destas linhas já assistiram filmes cujas histórias rodam em torno de tais tragédias pessoais e familiares. Impossível, porém, penetrar no sofrimento de uma criança ou adolescente que caiu em mãos de criminosos ou de quem vê extraviar-se um ente querido sem saber porquê, para quem ou para quê.
Escrevo essas linhas porque nada do que li em sites de busca menciona uma atividade policial que vá além da procura pelos desaparecidos. Qual a razão? Em grande proporção, esses eventos que se sucedem em ritmo crescente ano após ano são atribuídos a organizações que precisam de especialíssima e urgentíssima persecução criminal.
É o tipo de bandido que, como ser humano e cidadão, quero ver na cadeia! Imagino ações e varreduras tão amplas e minuciosas em busca dos elos dessa desalmada criminalidade quanto as aplicadas, por exemplo, a quem rezava e cantava à frente dos quartéis. Sim, sim, eu gostaria que desabasse sobre comerciantes de seres humanos o braço do poder de Estado implacável e pesado como esse!
Percival Puggina (78) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país.. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.
A paciência de Jesus
Jerusalém encontrava-se sob a dominação romana.
O povo, antes confiante em Deus, entregara-se ao cansaço, ao abandono de si mesmo.
Alguns desejavam a libertação e, para tanto, aguardavam o surgimento de um guerreiro que fosse impiedoso e que se valesse da maquinaria da guerra para exterminar o inimigo.
Além disso, a suspeita e a traição marcavam os relacionamentos humanos.
O pessimismo invadia os corações e o desalento dominava as almas.
Em tais circunstâncias surgiu a figura ímpar de Jesus, acenando com perspectivas de um futuro iluminado para todos.
Sua voz se erguia ante a multidão expectante como um poema de consolo dirigido aos desesperados e aflitos.
Seus discursos se fundamentavam nos temas do cotidiano, nas coisas simples e nas ocorrências de cada hora.
Suas propostas, diretas, eram sempre voltadas para o amor.
Por essas razões, passou a chamar a atenção daquele povo sofrido, atraindo curiosos e sofredores.
Em poucas semanas tornou-se assunto em todas as rodas de conversas.
Ele era uma aragem refrescante na ardência do sofrimento.
Mais do que uma esperança, Ele se fez um alento inesperado.
A própria natureza parecia haver-se alterado, tornando-se mais bela e calma.
Por onde Ele passava, um vigor novo estabelecia metas elevadas nas mentes e nos corações.
Suas pegadas ficavam impressas nas paisagens das vidas.
Nunca, antes, houvera vivido, ali, alguém como Ele.
Quem O visse ou ouvisse, não era capaz de esquecê-lO.
A notícia dos Seus feitos correu com a celeridade de uma centelha de fogo sobre rastilho de pólvora.
Os sofredores, sedentos de apoio, buscavam-nO a fim de obter soluções para os seus problemas.
Acercavam-se dEle multidões de aflitos, doentes do corpo e da alma.
Jesus, porém, visualizava muito mais do que as dores superficiais que os atingiam.
Sabia que todos aqueles males eram decorrentes de causas mais graves, centradas em comportamentos anteriores das existências humanas.
As criaturas, ignorando a lei dos renascimentos, desejavam apenas libertar-se do fardo que, naquele momento, as infelicitava.
Não se preocupavam em mudar sua forma de agir ou procurar condutas nobres que lhes evitassem futuras dores.
Tinham pressa pela liberdade e pelo bem-estar, mas não queriam qualquer ônus ou responsabilidade.
Jesus lhes compreendia os dramas e ajudava a todos, sem exigências, sem reclamações.
Sua paciência resultava da compaixão que nutria por cada um daqueles irmãos.
Compadecia-se da ignorância humana que centralizava suas aspirações no imediato, no transitório e no insignificante.
Na condição de Mestre, viera para despertar as consciências para realidades até então desconhecidas.
Paciente, amava as multidões e lhes concedia o tempo necessário para o amadurecimento do raciocínio e captação de ideias do bem.
* * *
A compaixão de Jesus é um apelo à ação de socorro à dor conforme esta se apresente.
Sua paciência é um convite sem palavras para que nós, sofredores daquele tempo remoto e destes dias, cresçamos e vivamos, de uma vez por todas, a Sua mensagem de amor.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 14, do livro Trigo de Deus, pelo Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 14.10.2016.
Postado por Ronaldo Braga
quinta-feira, 24 de agosto de 2023
Aborto não realizado
A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura.
Veio na hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens.
A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego...
Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de resolver, a debilitaram ainda mais.
Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.
Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.
Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam pela mente.
À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho, viu um belo jovem pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.
Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.
Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável Obrigado.
Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.
Desistiu do aborto.
Enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa...
Hoje, passados vinte e três anos do episódio, ouve emocionada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:
...Agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o Espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.
E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:
Obrigado!
Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo Obrigado, doce e agradável de um sonho, há vinte e três anos...
* * *
A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.
Perde a oportunidade de dar à luz um Espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.
Se você, mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.
Permita-se sentir, daqui alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.
Conceda-se a alegria de, daqui alguns anos, ornamentar o pescoço com a joia mais valiosa da face da Terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer:
Obrigado, mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse Mundo negado a tantos filhos de Deus.
* * *
Todos nós voltaremos a nascer um dia...
Se continuarmos negando oportunidades de reencarnação aos Espíritos com os quais nos comprometemos antes do berço, talvez estejamos negando a nós mesmos a chance de uma mãe ou pai, no futuro.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com base em história publicada no Jornal Caridade, de maio/junho 1997.
Postado por Ronaldo Braga
quarta-feira, 23 de agosto de 2023
Baleias ou sereias?
Estamos vivendo a época do culto ao corpo. Naturalmente que cuidar desse precioso instrumento de trabalho é muito importante.
Contudo, criou-se a ideia de que as pessoas precisam ter corpos esculturais.
Cresce o número de escolas para modelos e muitas adolescentes sonham em se tornar top model. Em serem ricas e famosas.
Nas lojas, encontram-se manequins que se direcionam para esse segmento de mercado, em número expressivo.
As academias anunciam fórmulas diversas para se atingir o objetivo de um corpo perfeito.
Medicamentos, drogas são receitadas e utilizadas para se conseguir o efeito almejado.
A propósito, lemos que uma determinada academia, colocou, no início do verão, um outdoor com o seguinte apelo:
Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?
Uma mulher dirigiu à academia a seguinte resposta:
Ontem vi um outdoor da academia, com a foto de uma moça escultural, de biquíni, e a frase: “Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou baleia?”
Respondo que as baleias sempre estão cercadas de amigos.
Elas engravidam e têm filhotinhos fofos. Elas amamentam.
Nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares maravilhosos como as banquisas de gelo da Antártida, ou os recifes de coral da Polinésia.
Baleias esguicham água e brincam bastante. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados.
Baleias são lindas e amadas.
E quanto às sereias? Bom, sereias não existem. Se existissem, viveriam em crise.
Elas não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza e sua melodia.
São lindas, mas tristes e solitárias.
* * *
A resposta encaminhada nos leva a refletir em como temos dado excessiva ênfase ao corpo.
Ênfase que se reflete na sociedade, de um modo geral.
Tanta que, por vezes, pessoas com maior peso têm dificuldades para entrar em determinados lugares, para se sentar em bancos pequenos, estreitos.
É claro que o descuido com o corpo gera uma série de inconvenientes, de enfermidades.
Não menos o exagero que leva as pessoas a não se alimentarem, a desenvolverem fobias por gramas a mais, a padecerem de bulimia.
E em tudo isso temos esquecido de algo muito importante: o ser que habita o corpo é mais importante do que o corpo.
Assim, nem tanto ao mar, nem tanto à Terra, como diz a sabedoria popular.
Mais adequada está determinada marca de produto que, no verão, aproveitou para divulgar que o sol, o mar e a praia são para todas as mulheres.
Mesmo aquelas que não têm um corpo escultural.
Assim, preservar-se, alimentar-se de forma adequada, exercitar-se. Tudo muito bom.
Mas, sem exageros, a fim de que não se caia no desleixo ou no excesso de cuidados.
E, mais que tudo, recordar que é preciso cultuar valores imperecíveis, que não acabam com o corpo.
Uma pessoa é amada e tem valor real não pelo peso de seu corpo, pela forma harmoniosa ou não, mas pelo seu conteúdo.
Conteúdo que não perece com os anos, não enruga, não envelhece.
Conteúdo que se traduz em saber granjear amigos, manter a família, produzir para o benefício de todos.
Assim, sejamos sábios e aproveitemos o que há de bom na sereia e na baleia.
Cuidado exterior, sim. Beleza interior, também.
E, por fim, lembremos que somos seres imortais, destinados à perfeição.
Hoje, somos humanos. Amanhã, seremos anjos, benfeitores dessa e de outras Humanidades, espalhadas por esse imenso Universo de Deus.
Momento Espírita, a partir de texto da grande rede sem menção a autoria.
Em 19.7.2019.
Postado por Ronaldo Braga
terça-feira, 22 de agosto de 2023
Em solidão
Agora preciso de tua mão, não para que eu não tenha medo, mas para que tu não tenhas medo.
Sei que acreditar em tudo isso será, no começo, a tua grande solidão. Mas chegará o instante em que me darás a mão, não mais por solidão, mas como eu agora: por amor.
* * *
A tua não é a única solidão.
A Terra se encontra repleta de pessoas que, por uma ou outra razão, foram conduzidas à solidão.
Este fugiu do mundo, receando agressão, marcado por dores íntimas que o acompanham desde a infância.
Esse se afastou do convívio social por haver sofrido o que considera uma injustiça.
Aquele se deixou cair na depressão e buscou o seu mundo íntimo, onde se refugia, fechando a porta à solidariedade.
Este outro, temendo não ter forças para resistir ao contato com as pessoas, transferiu-se para as montanhas e praias da meditação, afastando-se de todos.
Mais alguém, cansado da batalha diária, renunciou ao movimento geral e aquietou-se, quase se alienando.
A tua solidão, porém, é feita de amargura, porque, no meio dos indivíduos felizes e atraentes, ninguém tem tempo para ti, nem despertas a amizade ou interesse de alguém.
Esta situação afligente é causa de martírio. No entanto, reconsidera a situação e acerca-te do teu próximo.
Ele talvez se encontre em estado parecido com o teu.
Não é feliz, apenas parece.
Faz ruído para disfarçar o que se passa na sua intimidade.
Chama a atenção por necessidade e, preocupado com os próprios problemas, não dispõe de capacidade mental e emocional para identificar os teus.
Aproxima-te dele, com discrição e bondade, constatando que doar afeto é recebê-lo.
Toda oferta espontânea se transforma em intercâmbio, no qual cada um reparte um pouco daquilo de que dispõe.
Mesmo que o vazio interior permaneça, busca preenchê-lo com a ação positiva pelo outro. Verificarás que o bem que ofereces e que gostarias de receber, já se encontra em ti.
* * *
Alguns momentos de solidão são necessários na nossa vida. Todos precisamos desses momentos a sós. Para nos recompormos. Para nos fortalecermos na oração.
Somos seres plenos. Manter este contato íntimo com nossa essência é fundamental.
Somos seres inteiros e repletos de tesouros inexplorados.
Conhecermo-nos, nos desvendarmos e então nos amarmos.
Porém, devem ser momentos, apenas. Não queiramos viver na solidão.
Ela é perigosa, é viagem no vazio, e por isso muitas vezes, difícil de nos desvencilharmos dela.
Somos seres sociais. Nossa felicidade é conquistada com o semelhante.
Quando nos doamos, recebemos. Quando preenchemos o vazio alheio, nos enchemos de significado.
Solidão por vezes é fuga, é desequilíbrio, é adiamento de encararmos que o inevitável para vivermos é conviver.
Não permitamos que a solidão tome conta, tome o controle, seja protagonista dos nossos dias.
Viver é coletivo e não apenas individual.
Viver é nos doarmos para nos plenificarmos.
Pensemos e vivamos isso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 10, do livro Momentos de Alegria, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL e frases do livro A paixão segundo G. H., de Clarice Lispector, ed. Rocco.
Postado por Ronaldo Braga





