segunda-feira, 26 de maio de 2025

Em busca da reeleição, Lula vai tentar refazer o que resta dos cacos do PT

 


Charge do Jinbelt (Arquivo Google)

Vicente Limongi Netto

Lula certamente tem saudades dos seus tempos de sindicalista. Na época, cavou seu destino com as próprias mãos. O povo confiava nele. Ajudou a fundar o PT, cresceu na política. Era respeitado. Com o tempo, Lula e PT eram um só coração. Petistas em geral não eram nada sem o apoio de Lula.

Hoje, com a confusão geral no Brasil, com a intolerância crescendo cada vez mais em todos os ambientes, Lula tenta juntar o que resta, dos cacos do PT.

CUIDAR DO QUE RESTA – Informa a coluna “Brasilia-DF” (Correio Braziliense – 25/05) que Lula decidiu sacudir a poeira das trapalhadas do governo e cuidar, pessoalmente do que resta de bem feito para a população.

A tarefa é árdua. O tempo urge. Lula, PT e auxiliares batem cabeça. O presidente terá que reunir forças pessoais e pedir forças divinas para obter êxito. A oposição cresce como fermento de bola, diante dos erros do PT.

Governadores, deputados, senadores, redes sociais, todos os dias tiram o couro de Lula. Porque, sem Lula, o PT não existe. É apenas um quadro amarelado e gasto na parede. Urnas de 2026 serão dramáticas e empolgantes.

TRAGÉDIA EM GAZA – Cenas tristes de crianças com fome, na Faixa de Gaza dilaceram almas e corações. Espetáculo de lágrimas e pavor. Olhos miúdos e apavorados em busca de comida. O pesadelo parece não ter fim.

Crianças sem sonhos. Navegam na agonia e na desesperança. Restos amargos de famílias esmagadas. Vítimas de governantes intolerantes e enfurecidos, dominados pelo poder e pela ambição.

GÊNIO EM CAMPO – Renato Gaúcho sabe que tem um gênio na elenco: Paulo Henrique Ganso.  Renato tira da cartola peça que administra o jogo. Quem corre é a bola. Faz com que o Fluminense fique mais com a bola. Mestre em passes curtos e longos. Enfria o ânimo do adversário. Ganso dá inspiração ao time.

Sai da mesmice que irrita torcedores e a bola.  Orienta os mais jovens. É respeitado por todos. Contra o Vasco, mais uma vez Ganso transformou, em campo, a teoria em competente prática coletiva. O bom senso espera que Ancelotti procure saber quem é o mago Paulo Henrique Ganso.

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