Advogado e Sociólogo
Antes de terminar o primeiro ano de mandato do Presidente Jair Bolsonaro,fomos honrados
por alguns blogs com a publicação (em maio de 2019) do artigo “MATAR OU MORRER É O
DILEMA DE BOLSONARO”,abaixo reproduzido.. Com o passar do tempo,a situação se agravou.
O Supremo Tribunal Federal anulou todas as condenações criminais contra Lula ,”limpou” a
sua ficha “suja”,e o “elegeu” para um terceiro mandato,através de “manobras jurídicas”,e dos
votos das vítimas do “encantador de burros” , principalmente da Região Nordeste. Acertamos
em “cheio”. Bolsonaro não “matou” ninguém.Mas deixou que o”matassem”.Foi
democrata,talvez demais. Os “outros”,não. ”Sacanagem” nunca foi democracia.
“MATAR OU MORRER” É O DILEMA DE BOLSONARO (reproduição)
Vai ser preciso um pouquinho de paciência para ler e perceber que a introdução desse texto
relativa a um filme “bang-bang” que marcou época tem muito a ver com as pressões que
estão sendo desencadeadas pela oposição política e ideológica, reforçada pelos seus idiotas
úteis, para derrubar o Presidente Jair Bolsonaro, democraticamente eleito e recém iniciando o
seu governo.
Os protestos contra o Governo Bolsonaro ,eclodidos em todo o país, passaram de todos os
limites da razoabilidade, com os estúpidos manifestantes “cobrando” do novo governo
,empossado há pouco mais de 10 meses, as nefastas consequências dos desgovernos
brasileiros instalados durante 34 anos, de 1985 a 2018,tempo todo esse em que nada
“cobraram”, ou seja ,uma “dívida” acumulada que não foi causada por esse Governo , e sim
por outros, que “quebraram o país”, pelos aspectos morais, políticos ,econômicos e sociais.
No tempo em que as produções cinematográficas de Hollywood tinham enredos com início,
meio e fim, grandes clássicos foram produzidos ,muitos dos quais considerados até hoje os
melhores .
Um desses clássicos foi o “western” MATAR OU MORRER, de 1952, dirigido por Fred
Zinnemann, considerado um dos melhores de todos os tempos, estrelado pelo “mocinho”
Gary Cooper, fazendo o papel do xerife Will Kan, da pequena cidade de Hadleyville, Novo
México - e que lhe valeu o “Oscar” de “melhor Ator”- e a religiosa Amy Fowler, interpretada
pela atriz Grace Kelly.
Resumidamente, o enredo desse filme trata da cerimônia de casamento na Igreja local do
xerife Kane com Amy, durante o qual o noivo recebe um telegrama dando notícia que Frank
Miller, um temido fora da lei , que Kane havia prendido algum tempo atrás, foi solto e estava
chegando dentro de uma hora , no trem da “onze” ,disposto a vingar-se dele, contando com a
cumplicidade de três outros bandoleiros comparsas.
O xerife acabara de entregar a estrela da sua autoridade em Hadleyville , e iria viajar com a
sua mulher em “lua-de-mel”. Mas de repente teve uma crise de consciência e resolveu ficar,
não se acovardando com a chegada dos quatro bandidos. E mandou a mulher embarcar.
Mas equivocadamente prevendo que iria encontrar na comunidade local gente solidária com
a sua “causa”, disposta a ajudá-lo a enfrentar os bandidos que estavam chegando, para sua
surpresa todos “correram da briga”, inclusive o juiz local que fugiu e ninguém mais o viu.
A grandiosidade da “moral” desse filme reside na idéia de que só pode surgir o mito do
“herói” individual num ambiente de “falência do coletivo”, de covardia da comunidade. Numa
sociedade que prima pelos valores mais altos da dignidade, não há lugar e nem é preciso o
surgimento de heróis. A própria sociedade incorpora em si e desempenha a figura do “herói”,
dispensando o “individual”.
Procurando fazer uma analogia entre o enredo do filme “Matar ou Morrer”, e a situação do
Governo Bolsonaro frente às suas violentas oposições, não há como fugir da conclusão sobre a
espantosa semelhança da situação do Xerife Kane frente aos 4 bandidos que queriam matá-lo ,
e a de Bolsonaro face à sua furiosa oposição, tendo como palco uma sociedade omissa e
acovardada, que a tudo assiste de camarote a nada faz de efetivo para ajudá-lo a combater
essa “praga” política que desgraça o Brasil desde 1985.
Mas Bolsonaro também não tem o direito de se acovardar. Só ele tem todas as armas capazes
de vencer o boicote escancarado que estão fazendo a seu governo. E essas armas que ele tem
na mão para defender-se não são armas de fogo, nem os militares que estão à sua volta,,
porém a “caneta” , que pode ser até a “bic” que ele usa.
Desse modo tenho um “tsunami” de verdade para sugerir ao Presidente ,livrando-o do
maldito “bombardeio” da sua oposição politica. Bastaria ele ouvir os órgãos governamentais e
de segurança nacional competentes e , caso aprovassem essa medida , nos exatos termos da
Constituição, mandasse redigir e assinasse sem titubear um DECRETO de “ESTADO DE
SÍTIO/INTERVENÇÃO”, cada qual com objetivos diferentes dentro dos seus limites.
Tudo leva a crer que essa seria a única maneira do Governo Bolsonaro “NÃO MORRER”, já que
ele não tem contado com o apoio que seria de se esperar da maioria da sociedade brasileira
que votou nele na busca de mudanças ,mas que na hora “h” se omite de participar
ativamente nessa empreitada, não se opondo , na medida necessária, ao mesquinho e violento
boicote ao efetivo desenvolvimento econômico e social do país.
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