POR CLAUDIO HUMBERTO
VIA DIÁRIO DO PODER
O “bolsonarismo” começou a radicalizar contra o vice Hamilton Mourão, nas redes sociais e Legislativo. Post do deputado Marco Feliciano (Rep-SP), um dos políticos mais ligados ao presidente, diz que o general “nos envergonha”, fazendo coro à acusação de que o vice tenta se credenciar “ao lugar” de Jair Bolsonaro, apesar de suas entrevistas diárias serem caracterizadas por obviedades ou declarações ponderadas. O vice não passa recibo e nem ajuda a agravar a crise. Mas tem seus aliados. Como o general Paulo Chagas, que é da arma de Cavalaria como Mourão.
CRÍTICAS NA CAVALARIA
14/11/2020
Paulo Chagas encontra Mourão com frequência no Regimento de Cavalaria de Guardas em Brasília. E tem atacado Bolsonaro nas redes.
ENTREVISTA DÁ PODER
14/11/2020
Mourão percebeu que entrevistas dão o poder que Bolsonaro lhe nega, na estrutura do governo. E virou comentarista diário da cena política.
ESTÁVEL NO EMPREGO
14/11/2020
A insatisfação com as declarações do vice levou Bolsonaro a sugerir que se Mourão não fosse “indemissível”, já teria sido dispensado.
TALENTO DESPERDIÇADO
14/11/2020
No Planalto, auxiliares acham que, em vez de isolar o vice, Bolsonaro deveria atraí-lo para as decisões e usar seus atributos de comunicador.

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