POR CLAUDIO HUMBERTO
VIA DIÁRIO DO PODER
O presidente Jair Bolsonaro deve iniciar a segunda metade do seu mandato, em janeiro, com uma reforma que os líderes do governo já classificam de “ampla”, a fim de contemplar uma nova realidade política à qual teve de se render: o apoio dos partidos do centrão, que o próprio governo classifica de “tranquilizador”, e a eleição para renovar as mesas diretoras do Senado e da Câmara. A maioria dos ministros será trocada.
NOVO DESENHO
31/10/2020
Até líderes governistas que não integram o centrão admitem ser preciso “ajustar” o ministério ao novo desenho da base parlamentar do governo.
COALIZÃO EM ESTUDO
31/10/2020
Ainda não está claro se Bolsonaro vai ceder ao “presidencialismo de coalizão”, adotado por todos os seus antecessores.
CONGRESSO ELEITOR
31/10/2020
Os mesmos líderes dizem que a eleição para as presidências da Câmara e do Senado será considerada, na formação do novo ministério.
MINISTROS ESTÁVEIS
31/10/2020
Ministros da Casa Civil, Economia, Agricultura, Infraestrutura, Defesa, GSI, Relações Exteriores e outros, do “núcleo duro”, devem continuar.

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