
POR CLAUDIO HUMBERTO
VIA DIÁRIO DO PODER
02/09/2020
Ficará desapontado quem espera grandes mudanças na reforma administrativa a ser enviada ao Congresso. Será a reforma “não mexa no meu”, prevendo mudanças apenas para quem ainda não entrou no serviço público, a ser contratado sob novo regime, sem estabilidade, submetido a avaliações periódicas, com metas a alcançar e inserido no mesmo regime de aposentadoria dos trabalhadores do setor privado.
AUTORIDADES SÓ ASSINAM
02/09/2020
Será difícil acabar regalias e penduricalhos, “direitos” que multiplicam os salários dos que assessoram suas excelências nos Três Poderes.
APROPRIAÇÃO INDÉBITA
02/09/2020
Essa gente se apropriou do setor público e não abre mão de nada: eles vão propor, discutir e também decidirão o que for judicializado no STF.
REGALIAS NÃO SÃO ‘DIREITOS’
02/09/2020
O mote foi de Bolsonaro, há quatro décadas no setor público: “direitos não serão afetados”. Aí cabem regalias, privilégios e penduricalhos.
É PRECISO PRIORIZAR O PAÍS
02/09/2020
Como na reforma da Previdência, membros da equipe do ministro Paulo Guedes defendem propostas que contrariam seus próprios interesses.
Nenhum comentário:
Postar um comentário