Brasil 27.01.20 18:05
Por Márcio Falcão
As buscas e apreensões em gabinetes têm provocado desgaste entre Câmara e o STF. Na última ação realizada no ano passado, vigilantes terceirizados disseram aos policiais da Operação Pés de Barro que já estavam esperando a Polícia Federal.
O funcionário contou ter recebido um alerta na noite anterior, por volta de 23h, via rádio. A comunicação teria sido passada por seu supervisor. Ele não soube informar se os agentes da Polícia Legislativa também foram informados antecipadamente da ação da PF. Enquanto o delegado entrevistava o vigilante, uma agente da Polícia Legislativa orientou que ele permanecesse em silêncio.
O funcionário foi levado e teve que prestar depoimento. A ação tinha como alvo central o escritório do deputado Wilson Santiago, do PTB da Paraíba.

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