segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Só está faltando o governo Bolsonaro incentivar o empresariado nacional via BNDES


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O BNDES foi criado para apoiar o empresariado nacional
Flavio Jose Bortolotto
Tribuna da Internet
O grande e experiente jornalista Pedro do Coutto chama atenção para a urgente necessidade de desenvolvimento social que começa com o aumento do emprego, e depois dos salários, para ajudar a enfrentar a violência criminal e assegurar crescente padrão de vida.
Chegamos até onde chegamos por seguirmos políticas erradas, incentivando crescimento insustentável via déficits fiscais, endividamentos, expansão desnecessária da máquina administrativa, aumento gigantesco da carga tributária, maltratando os empresários com milhares de irritantes legislações desnecessárias e até chamando-os de exploradores, criando grande insegurança jurídica etc. etc.

TUDO AO CONTRÁRIO – E tudo isso ocorreu numa conjuntura de juros reais altos, acima de 6% ao ano, o que incentivava grandemente os rentistas a comprarem títulos do governo, ao invés de criar empresas, abrir empregos e produzir. Agora, temos que fazer tudo ao contrário e valorizar ao máximo a criação de riqueza, cujos maiores motores são os empresários. Só com criação de abundante riqueza crescente, poderemos ter altos salários médios e bom padrão de vida para o povo.
Nenhum modelo econômico é mais eficiente para produzir riqueza do que o capitalismo de mercado, mas precisa ter caráter “nacionalista” e defender os interesses do país, com aquele governo enxuto, que combate os monopólios e dá segurança jurídica, protegendo a propriedade privada, objetivo da produção.
NO RUMO CERTO – Com prioridade para a empresa nacional nas operações do BNDES e o capital brasileiro, num regime de capitalismo de mercado bem organizado, os empresários nacionais conseguem acumular mais capital, e os trabalhadores também devem conseguir  transformar trabalho em capital para não depender só de aposentadoria na velhice.
O Governo Bolsonaro/Mourão está indo na direção certa, embora ainda não tenha dado suficiente bom exemplo cortando mais na carne da nomenklatura, e não frisando o carácter nacionalista de sua política liberal.
Mas quem foi capaz de criar uma Embraer e uma Embrapa (com glórias ao engenheiro/coronel Ozires Silva e ao agrônomo/ministro Allyson Paulinelli e seus companheiros), pode fazer qualquer coisa. Está provado.

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