Por Claudio Humberto
Via Diário do Poder
22/11/2019
É lorota a alegação de que do Supremo Tribunal Federal pode levar o Brasil à “lista cinza” (“negra” virou expressão politicamente incorreta) do Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi/FATF). O Ministro Dias Toffoli emitiu sinais e garantias de que nada afetará os compromissos do Brasil no combate à corrupção. Há 15 dias, ele até mandou a Paris três assessores de alto nível para uma conversa franca com o Gafi.
OLHO-NO-OLHO
22/11/2019
Nove dias depois da reunião de Paris, Toffoli recebeu em Brasília, para um olho-no-olho, o eslavo Drogo Kos, dirigente do Gafi. Tudo em paz.
ESCALÃO AVANÇADO
22/11/2019
Toffoli mandou a Paris uma comissão formada por um juiz federal, um diplomata e um advogado, para a conversa esclarecedora com o Gafi.
OCDE NA AGENDA
22/11/2019
Os assessores do STF foram também à sede da OCDE, por acaso no mesmo prédio do Gafi, para idênticos esclarecimentos. Tudo certo.
FREIO DE ARRUMAÇÃO
22/11/2019
O “freio de arrumação” do STF, segundo Toffoli, teve o objetivo de impedir “investigações de gaveta para assassinar reputações”.
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