quinta-feira, 14 de novembro de 2019

EMPRESA PEDIU R$300 MIL POR APONTAR NAVIO GREGO

Por Claudio Humberto
Via Diário do Poder
 15/11/2019
Fonte do Ministério do Meio Ambiente confirmou à coluna que o Ibama se negou a pagar R$300 mil cobrados pela Hex, empresa brasiliense de tecnologia geoespacial, em troca da “descoberta” de que um navio grego seria o responsável pelo despejo do petróleo venezuelano no oceano Atlântico. Desde o início, os técnicos do Ibama receberam com reservas o laudo da Hex apontando o navio Bouboulina como origem da poluição. Procurada, a empresa não respondeu aos questionamentos da coluna.


FALTOU CONFIRMAÇÃO
 15/11/2019
A posição do Ibama acabou fortalecida, no governo, pelo fato de as investigações não conseguirem confirmar os estudos da Hex.

INPE CAIU FORA
 15/11/2019
Também procurado, o Inpe se recusou a referendar as conclusões da empresa brasiliense, preferindo se utilizar do próprio acesso a satélites.

PF ACATOU CONCLUSÕES
 15/11/2019
O laudo culpando o navio Bouboulina foi acatado pela Polícia Federal, que, aliás, não tem expertise em investigações de crimes do gênero.

LAUDOS DESMENTEM
 15/11/2019
Vários outros laudos de rastreamento, no Brasil e Estados Unidos, também concluíram que o navio grego não foi a origem do óleo.

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