sábado, 26 de outubro de 2019

Em julho de 2005, no auge do escândalo do Mensalão, José Adalberto Vieira da Silva, na época, assessor do deputado federal José Guimarães e secretário de Organização do PT no Ceará, foi preso no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com 100 mil dólares escondidos na cueca mais 209 mil reais em uma maleta. O dinheiro tinha como destino o Ceará.
A ação que discutia a ocorrência dos crimes de improbidade administrativa contra executivos do Banco do Nordeste, tráfico de influência contra José Guimarães (PT) e corrupção praticada por empresários, foi encerrada.
José Guimarães, hoje deputado federal, nunca chegou a ser julgado. Em 2012, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) retirou o nome do parlamentar do processo de natureza civil, mas a questão criminal continua em aberto.
O futuro desse caso dependerá da disposição do novo procurador-geral da República, Augusto Aras, de dar continuidade às investigações sobre um incidente ocorrido há 14 anos, na época do mensalão.
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