Por Claudio Humberto
Via Diário do Poder
14/10/2019
O ex-ministro Antonio Palocci revelou relações promíscuas da cúpula do PT até com empresas de lacticínios, em seu depoimento à Polícia Federal. Ele contou haver recebido propina de R$100 mil para interferir junto ao então presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão Pinto, atual executivo do Banco Safra (citado 68 vezes na delação de Palocci), para liberar uma linha de crédito à Parmalat, mesmo a operação sendo prejudicial ou “desfavorável” ao BB.
ASCENDÊNCIA
14/10/2019
Palocci relatou à PF que tinha “ascendência forte” sobre Rossano Maranhão porque o havia nomeado para presidir o Banco do Brasil.
TRIANGULAÇÃO
14/10/2019
O ex-ministro foi procurado pelo dono do fundo Latin America Equity Partners (Laep) Investments, Marcos Elias, que comprou a Parmalat.
PROVAS DOCUMENTAIS
14/10/2019
Para comprovar o que delatou, Palocci entregou o contrato com o Laep, notas, extrato e o procedimento de liberação de crédito do BB.
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